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Oncologia Brasil Fez A Cobertura Virtual Do Breast Cancer Review

Oncologia Brasil fez a cobertura virtual do Breast Cancer Review

Confira os principais estudos e novas perspectivas clínicas apresentadas no evento 

A Oncologia Brasil fez a cobertura virtual do Breast Cancer Review, que aconteceu nos dias 15 e 16 de dezembro. O evento reuniu especialistas em câncer de mama para uma revisão dos principais avanços no diagnóstico e tratamento da doença, com base em estudos de importantes congressos do ano que impactaram na prática clínica. 

A seguir, reunimos os principais estudos e novas perspectivas que foram apresentados: 

Fulvestranto no câncer de mama avançado receptor hormonal positivo HER-2 negativo. 

O fulvestranto é uma droga muito importante, que age independente do status de mutação e que, em combinação com iCKD 4/6 (palbociclibe). Os resultados indicaram sobrevida livre de progressão significativamente maior nas pacientes que receberam fulvestranto. 

Saiba mais em: https://www.oncologiabrasil.com.br/fulvestranto-no-cancer-de-mama-avancado-receptor-hormonal-positivo-her-2-negativo/ 

 

Tesetaxel mais capecitabina demonstram superioridade em sobrevida livre de progressão em câncer de mama avançado RH+ HER2- na comparação com capecitabina em monoterapia

Tesetaxel é um novo taxano oral com várias propriedades que o tornam único, incluindo a forma de administração oral com baixa quantidade de comprimidos, meia-vida plasmática longa (8 dias) em humanos, posologia a cada 3 semanas, nenhuma reação de hipersensibilidade observada e atividade significativa contra linhagens de células cancerígenas de mama resistentes à quimioterapia. 

Um regime totalmente oral de tesetaxel mais uma dose reduzida de capecitabina melhorou significativamente a SLP em comparação à capecitabina sozinha. As taxas de alopecia e neuropatia clinicamente significativas foram baixas. 

Saiba mais em: https://www.oncologiabrasil.com.br/tesetaxel-mais-capecitabina-demonstram-superioridade-em-sobrevida-livre-de-progressao-em-cancer-de-mama-avancado-rh-her2-na-comparacao-com-capecitabina-em-monoterapia/ 

 

Dados da análise de biomarcadores do estudo ASCENT de sacituzumabe-govitecano em câncer de mama triplo negativo metastático

O estudo ASCENT foi conduzido em pacientes em um cenário de última linha de tratamento e com câncer de mama triplo negativo metastático. Os pacientes foram tratados com pelo menos duas linhas de terapia; muitos tinham inclusive mais do que 2L anteriores. A intenção do estudo, no futuro, é de avaliar a eficácia dessa molécula em linhas mais precoces, em primeira linha, segunda linha no cenário de câncer de mama triplo negativo, além de pesquisar os dados relacionados a esse uso em outros subtipos de tumores, como câncer de mama metastático ER+, HER2–negativo, e também no cenário de neoadjuvância e adjuvância. 

Saiba mais em: https://www.oncologiabrasil.com.br/dados-da-analise-de-biomarcadores-do-estudo-ascent-de-sacituzumabe-govitecano-em-cancer-de-mama-triplo-negativo-metastatico-apresentados-no-sabcs-2020/ 

 

Tratamento com abemacicline e terapia endócrina padrão reduz o risco da recorrência da doença invasiva em pacientes com câncer de mama RH positivo de alto risco

O tratamento com abemaciclibe e a terapia endócrina padrão reduziu o risco da recorrência da doença invasiva em torno de 28,7% na comparação com terapia endócrina sozinha em pacientes com câncer de mama inicial de alto risco, linfonodo positivo, receptor hormonal positivo (RH+), HER-2 negativo, de acordo uma análise de resultado primário do estudo de fase 3 monarchE. 

Pode-se concluir que o acompanhamento adicional de quatro meses continua mostrando que a sobrevida livre de doença invasiva (SLDi) é superior com abemaciclibe versus terapia endócrina padrão em um grupo de pacientes de alto risco com câncer de mama RH+. 

Os dados são encorajadores, especialmente no subgrupo de tumores com alta proliferação. No entanto, o acompanhamento ainda é bastante curto e a doença com receptor hormonal positivo é conhecida por taxas de recorrências persistentes, mesmo em 10 anos de acompanhamento.  

 

Outro ponto importante a ser considerado é que não se sabe até então qual seria o comportamento das curvas de SLDi se o medicamento fosse interrompido, segundo comentários dos autores. 

Saiba mais em: https://www.oncologiabrasil.com.br/tratamento-com-abemacicline-e-terapia-endocrina-padrao-reduz-o-risco-da-recorrencia-da-doenca-invasiva-em-pacientes-com-cancer-de-mama-rh-positivo-de-alto-risco/ 

 

Pembrolizumabe com quimioterapia mostram melhora na sobrevida livre de progressão entre pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático com alta expressão de PD-L1

Os autores concluem que a quimioterapia com pembrolizumabe mostrou uma melhora estatisticamente e clinicamente significativa na sobrevida livre de progressão versus quimioterapia com placebo entre pacientes com câncer de mama triplo-negativo metastático com CPS ≥ 10. Esses achados sugerem um papel para a adição de pembrolizumabe à quimioterapia padrão para o tratamento de primeira linha do câncer de mama triplo-negativo metastático. 

Saiba mais em: 

https://www.oncologiabrasil.com.br/pembrolizumabe-com-quimioterapia-mostram-melhora-na-sobrevida-livre-de-progressao-entre-pacientes-com-cancer-de-mama-triplo-negativo-metastatico-com-alta-expressao-de-pd-l1/ 

 

Combinação de exemestano e entinostato não melhorou a sobrevida em câncer de mama avançado RH+ HER2-negativo resistente a inibidores de aromatase

O E2112 é um estudo multicêntrico, duplo-cego, controlado por placebo, de fase III – apresentado no 2020 San Antonio Breast Cancer Symposium (SABCS) – que envolveu homens e mulheres com câncer de mama avançado receptor hormonal positivo (RH+) e HER2 negativo, cuja doença havia progredido com inibidor de aromatase (IA) não esteroidal no cenário adjuvante ou metastático (NCT02115282).

Os autores concluem que uma combinação de exemestano e entinostato não melhorou a sobrevida em câncer de mama avançado RH+ HER2-negativo resistente a IA. A análise farmacodinâmica confirmou a inibição do alvo em pacientes tratados com entinostate. 

Saiba mais em: 

https://www.oncologiabrasil.com.br/combinacao-de-exemestano-e-entinostato-nao-melhorou-a-sobrevida-em-cancer-de-mama-avancado-rh-her2-negativo-resistente-a-inibidores-de-aromatase/ 

 

Adição de ipatasertibe ao paclitaxel não confere benefício para pacientes com câncer de mama triplo negativo

A investigadora Rebecca Dent, MD, National Cancer Center, em Singapura, observou que, em contraste com os resultados do LOTUS, o IPATunity130 não apresentou melhora da SLP com a adição de IPAT ao PAC na primeira linha em pacientes com aTNBC alterada por PIK3CA/AKT1/PTEN. As análises de biomarcadores estão em andamento para avaliar os marcadores potenciais do benefício do IPAT. A segurança foi consistente com os resultados relatados anteriormente para esta combinação. 

Saiba mais em: 

https://www.oncologiabrasil.com.br/adicao-de-ipatasertibe-ao-paclitaxel-nao-confere-beneficio-para-pacientes-com-cancer-de-mama-triplo-negativo/ 

 

Análise exploratória mostra tendência de maior benefício com pertuzumabe nos tumores HER2+ com única via transcricional ativada

Os autores concluem que, nessa análise exploratória, os tumores HER2+ com uma única via transcricional ativada por HER2 mostraram uma tendência de maior benefício com o pertuzumabe do que os tumores em que múltiplas vias mitogênicas são ativadas. Outras pesquisas estão em andamento para confirmar essas descobertas. 

Saiba mais em: 

https://www.oncologiabrasil.com.br/analise-exploratoria-mostra-tendencia-de-maior-beneficio-com-pertuzumabe-nos-tumores-her2-com-unica-via-transcricional-ativada/

 

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