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#TJCCNOAR – FINANCIAMENTO EM SAÚDE PÚBLICA E SUPLEMENTAR

No terceiro episódio da série sobre financiamento em saúde, o TJCC No Ar, podcast do Movimento Todos Juntos Contra o Câncer, contou com a participação da Dra. Ana Maria Malik, doutora em Medicina Preventiva pela USP e professora titular da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas.

Veja aqui algumas falas que destacamos deste bate papo:

“Somos um dos poucos países em que o gasto com a saúde no setor público é menor que o gasto com saúde no setor privado. Sempre tem a questão ‘falta dinheiro para a saúde?’ ou o ‘dinheiro é mal gasto?’. Mas precisamos pensar em ambos os pontos”.

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A Saúde Suplementar dá conta de uma parte da assistência médico-hospitalar de não mais de 30% da população. Porém, se pensamos no Brasil como um todo, a saúde suplementar é a que recebe maior número de reclamações. Até porque quem tem maior poder aquisitivo, tem mais voz”.

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“A criação da Agência Nacional de Saúde Suplementar foi muito importante para organizar regras aos planos de saúde e fazer a defesa do consumidor. Mas as pessoas costumam esquecer que as agências reguladoras, tanto a ANS quanto a ANVISA, são parte do Ministério da Saúde”.

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Todo mundo quer virar CACON. Mas não dá. E não só porque não há dinheiro, e sim porque não faz sentido transformar um serviço que não tem estrutura, não tem demanda e não tem referência em um centro especializado, onde as pessoas não serão tratadas adequadamente. Então, para que pulverizar recursos? Melhor caminho é concentrar de maneira consensuada no âmbito de uma região, combinado com os demais atores loco-regionais”.

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“A área de Oncologia tem uma característica que a diferença das demais: tem uma série de representantes da organização civil, que a representa nas diferentes esferas. Mas é muito importante ouvir mais gente e quebrar os limites das caixinhas”.

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