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Hospital Seleciona Pacientes Para Pesquisa De Imunoterapia Contra Câncer De Próstata

Hospital seleciona pacientes para pesquisa de imunoterapia contra câncer de próstata

O Hospital Moinhos de Vento, de Porto Alegre (RS), está selecionando pacientes para uma nova pesquisa internacional sobre a imunoterapia — técnica que estimula o organismo a combater células cancerosas. A instituição recruta pacientes com câncer de próstata para o estudo, que terá a participação de 700 pessoas em 80 centros pelo mundo.

A pesquisa (NCT04100018) avaliará se a medicação nivolumabe contribui no tratamento de pacientes com câncer de próstata metastático que estão recebendo quimioterapia. A participação nos estudos não terá custo para os pacientes, que contarão com a infraestrutura de excelência da instituição durante todo o processo, no acompanhamento médico e nos exames.

São elegíveis pacientes com câncer de próstata metastático resistente à castração — e que realizarão quimioterapia com docetaxel. “Já temos outra pesquisa com imunoterapia em câncer prostático no Moinhos. Esse novo trabalho avaliará se essa combinação de medicamentos beneficia os pacientes”, destaca o oncologista Pedro Isaacsson, coordenador médico de Pesquisa em Oncologia do Hospital Moinhos de Vento.

O câncer de próstata é o mais frequente entre os homens, além de ser a segunda causa de morte masculina por câncer no Brasil. Segundo o INCA, devem ser registrados cerca de 65 mil novos casos do tumor no país em 2020. Os interessados devem entrar em contato com o Instituto de Educação e Pesquisa do Hospital Moinhos de Vento pelo e-mail [email protected] ou pelo telefone (51) 3314.2965.

Mais pesquisas

Nos próximos meses, o Hospital Moinhos de Vento deve abrir recrutamento para novas pesquisas internacionais. Os estudos avaliarão terapias para tumores de bexiga, próstata, pulmão, cabeça e pescoço, entre outros.

“Ao lado do mais avançados centros de saúde do mundo, estamos atuando na descoberta de novas frentes contra a doença, buscando melhores desfechos para os pacientes”, afirma Pedro Isaacsson.

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