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	<title>Acontece na rede Archives - TJCC</title>
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	<description>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer</description>
	<lastBuildDate>Fri, 17 Jul 2026 12:45:51 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer manifesta apoio ao projeto de lei pela retirada de ultraprocessados dos escolas</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/movimento-todos-juntos-contra-o-cancer-manifesta-apoio-ao-projeto-de-lei-pela-retirada-de-ultraprocessados-dos-escolas/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 20:54:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha]]></category>
		<category><![CDATA[alimentos ultraprocessados]]></category>
		<category><![CDATA[prevenção primária]]></category>
		<category><![CDATA[projeto de lei]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) tem atuado em defesa de políticas públicas que combatam os fatores de risco evitáveis do câncer. Entre as prioridades que são defendidas por nossos membros, como a ACT Promoção da Saúde, está o apoio à aprovação do Projeto de Lei 4501/2020, que visa proibir a comercialização e&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC)</b><span style="font-weight: 400;"> tem atuado em defesa de políticas públicas que combatam os fatores de risco evitáveis do câncer. Entre as prioridades que <strong>são defendidas por nossos membros, como a ACT Promoção da Saúde</strong>, está o apoio à aprovação do</span><a href="https://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/144610"> <b>Projeto de Lei 4501/2020,</b></a> <span style="font-weight: 400;">que visa proibir a comercialização e a publicidade de alimentos </span><b>ultraprocessados</b><span style="font-weight: 400;"> em escolas públicas e privadas de todo o Brasil.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Atualmente em tramitação na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado, o projeto estabelece normas rigorosas para as cantinas escolares, proibindo também a oferta de alimentos com gordura </span><i><span style="font-weight: 400;">trans</span></i><span style="font-weight: 400;"> e frituras. Além das proibições, a proposta determina que as escolas ofereçam, diariamente, pelo menos três opções de lanches saudáveis baseados em alimentos </span><i><span style="font-weight: 400;">in natura</span></i><span style="font-weight: 400;"> ou minimamente processados.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A urgência dessa medida é sustentada por dados alarmantes sobre a saúde infantil no país. Dados do</span><a href="https://sisaps.saude.gov.br/sisvan/relatoriopublico/index"> <span style="font-weight: 400;">SISVAN</span></a><span style="font-weight: 400;"> apontam que, em 2024, cerca de </span><b>32% dos adolescentes e 30% das crianças</b><span style="font-weight: 400;"> entre 5 e 9 anos atendidas na atenção primária brasileira apresentavam excesso de peso. Estima-se que a proibição desses itens no ambiente escolar poderia reduzir em até</span><a href="https://actbr.org.br/wp-content/uploads/2025/11/FS_ESCOLAS_2025-Atualizado-em-27112025_ab.docx.pdf"> <b>13% a prevalência de obesidade</b></a><span style="font-weight: 400;"> entre estudantes de 10 a 19 anos. Isso se faz relevante à atuação do TJCC uma vez que </span><b>a obesidade é um fator de risco para pelo menos 13 tipos de câncer,</b><span style="font-weight: 400;"> além de estar associada a doenças cardiovasculares e diabetes. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Movimento Todos Juntos Contra o Câncer tem um posicionamento de longa data em favor da regulação da publicidade de ultraprocessados. Recentemente, o Grupo de Trabalho de Prevenção Primária do TJCC publicou uma</span><a href="https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/carta-de-repudio-sobre-a-publicidade-de-produtos-nocivos-a-saude-em-eventos-esportivos-e-publicada-por-gt-de-prevencao-primaria/"> <b>&#8220;Carta de Repúdio&#8221;</b><span style="font-weight: 400;"> contra a publicidade e o patrocínio de produtos nocivos à saúde</span></a><span style="font-weight: 400;">, incluindo alimentos ultraprocessados, em eventos esportivos. O apoio ao PL 4501/2020 segue na mesma linha, com o intuito de evitar a introdução destes alimentos associados a fatores de risco para o câncer entre as crianças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Neste sentido, nos manifestamos favoráveis a aprovação do PL 4501/2020 na Comissão de Assuntos Sociais. Continuaremos acompanhando a tramitação do projeto e mobilizando esforços para sua rápida tramitação.  </span></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ministério da Saúde publica novas portarias para operacionalizar a Assistência Farmacêutica em Oncologia no SUS</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/ministerio-da-saude-publica-novas-portarias-para-operacionalizar-a-assistencia-farmaceutica-em-oncologia-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 16 Jul 2026 15:20:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou, em 30 de junho de 2026, duas portarias que regulamentam etapas importantes da implementação do novo modelo da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco) no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora complementares, as normas possuem objetivos distintos: a Portaria nº 4.329/2026 disciplina o fluxo de autorização para determinados medicamentos oncológicos, enquanto&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Ministério da Saúde publicou, em 30 de junho de 2026, duas portarias que regulamentam etapas importantes da implementação do novo modelo da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco) no Sistema Único de Saúde (SUS). Embora complementares, as normas possuem objetivos distintos: a Portaria nº 4.329/2026 disciplina o fluxo de autorização para determinados medicamentos oncológicos, enquanto a Portaria nº 4.331/2026 estabelece as diretrizes para o registro e o processamento da produção assistencial por meio da APAC Onco Exclusiva.</p>
<h3>Portaria nº 4.329/2026: autorização prévia para medicamentos oncológicos</h3>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/en/web/dou/-/portaria-saes/ms-n-4.329-de-30-de-junho-de-2026-718104629">Portaria nº 4.329, de 30 de junho de 2026</a>, regulamenta a operacionalização da Autorização Prévia para medicamentos da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco) sujeitos a esse procedimento, especialmente aqueles de aquisição centralizada e de alto custo.<br />
A norma estabelece o fluxo administrativo que deverá ser seguido pelos serviços habilitados em oncologia para solicitar a autorização do tratamento. E ao padronizar esse fluxo, a Portaria busca fortalecer o controle da utilização dos medicamentos, ampliar a rastreabilidade da assistência farmacêutica, qualificar os registros nacionais e subsidiar o planejamento e o monitoramento da política pública.</p>
<h6>Fluxo previsto pela Portaria</h6>
<h6>1. Avaliação clínica</h6>
<p>O fluxo tem início com a avaliação clínica do paciente em um serviço habilitado em oncologia no Sistema Único de Saúde (SUS). Nessa etapa, a equipe assistencial avalia o quadro clínico, confirma a indicação terapêutica e define o tratamento mais adequado. A Portaria não estabelece prazo para essa etapa.</p>
<h6>2. Prescrição do medicamento</h6>
<p>Após a definição da conduta terapêutica, o médico responsável realiza a prescrição do medicamento conforme as Diretrizes Diagnósticas e Terapêuticas (DDT), os Protocolos Clínicos e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) e demais normas vigentes. A Portaria não estabelece prazo para a emissão da prescrição.</p>
<h6>3. Solicitação da autorização</h6>
<p>O estabelecimento de saúde registra a solicitação de autorização nos sistemas oficiais do SUS e encaminha toda a documentação clínica e administrativa necessária para análise. A Portaria não fixa prazo para que o serviço realize o envio da solicitação.</p>
<h6>4. Análise da autorização</h6>
<p>Recebida a solicitação, o gestor competente analisa a documentação apresentada para verificar o atendimento aos critérios clínicos e administrativos previstos na norma. Essa análise deve ser concluída em até cinco dias úteis.</p>
<h6>5. Complementação de informações (quando necessária)</h6>
<p>Caso sejam identificadas pendências documentais ou necessidade de informações complementares, o processo retorna ao estabelecimento de saúde para regularização. O serviço dispõe de até três dias para apresentar a documentação solicitada. Se não houver resposta dentro desse prazo, a solicitação poderá ser encerrada.</p>
<h6>6. Nova análise</h6>
<p>Após o recebimento das informações complementares, a autoridade competente realiza nova análise da solicitação. Essa reavaliação deve ser concluída em até cinco dias úteis.</p>
<h6>7. Autorização</h6>
<p>Concluída a análise, a solicitação é deferida ou indeferida. A Portaria não prevê prazo adicional para essa decisão, uma vez que ela decorre da conclusão da análise administrativa.</p>
<h6>8. Disponibilização do medicamento</h6>
<p>Após a autorização, o estabelecimento de saúde adota as providências necessárias para disponibilizar o medicamento ao paciente. Entretanto, a Portaria não estabelece prazo para que essa disponibilização ocorra.</p>
<h6>9. Dispensação ao paciente</h6>
<p>O medicamento é dispensado ou administrado ao paciente conforme o tratamento prescrito. A Portaria também não estabelece prazo máximo para que essa etapa seja realizada.</p>
<h6>10. Registro e monitoramento</h6>
<p>Por fim, o tratamento e a dispensação devem ser registrados nos sistemas oficiais do SUS para fins de monitoramento, rastreabilidade e gestão da Assistência Farmacêutica em Oncologia. Essa etapa não possui prazo específico relacionado ao atendimento ao paciente.</p>
<h3>Ponto de atenção</h3>
<p>Embora a Portaria estabeleça prazos para parte da tramitação administrativa ela não prevê mecanismos de priorização para pacientes que estejam próximos do limite de 60 dias para início do tratamento oncológico, conforme previsto na Lei nº 12.732/2012, nem explicita que os prazos administrativos da autorização prévia não suspendem ou interrompem a contagem desse prazo legal.</p>
<p>Essa lacuna é relevante porque os prazos administrativos podem se somar aos atrasos já existentes na jornada do paciente e comprometer o cumprimento da Lei dos 60 dias. Por isso, é fundamental que a implementação da Portaria seja acompanhada por mecanismos de monitoramento e gestão que assegurem que a autorização prévia qualifique o acesso, sem representar uma nova barreira ao início oportuno do tratamento.</p>
<h3>Portaria nº 4.331/2026: registro da APAC Onco Exclusiva</h3>
<p>A <a href="https://www.in.gov.br/web/dou/-/portaria-saes/ms-n-4.331-de-30-de-junho-de-2026-718104558">Portaria nº 4.331, de 30 de junho de 2026</a>, estabelece as diretrizes para a operacionalização da Autorização de Procedimento Ambulatorial (APAC) Onco Exclusiva, instrumento destinado ao registro e ao processamento da produção assistencial relacionada à Assistência Farmacêutica em Oncologia no SUS.</p>
<p>Seu principal objetivo é padronizar o registro da administração e da dispensação dos medicamentos oncológicos incorporados ao SUS, fortalecendo os mecanismos de monitoramento, controle e rastreabilidade desses tratamentos.</p>
<p>Para isso, a norma define regras para a codificação dos procedimentos na Tabela do SUS, vincula cada tratamento à sua respectiva indicação clínica e determina a obrigatoriedade do registro da APAC Onco Exclusiva nos sistemas nacionais de informação. Também estabelece que apenas serviços habilitados em Alta Complexidade em Oncologia poderão realizar esses registros e reforça a responsabilidade compartilhada entre União, estados, Distrito Federal e municípios no acompanhamento da política de Assistência Farmacêutica em Oncologia.</p>
<p>Além disso, a Portaria regulamenta o processamento das informações no Sistema de Informação Ambulatorial (SIA/SUS), contribuindo para a produção de dados mais qualificados sobre a oferta dos tratamentos e para o aperfeiçoamento da gestão da política pública.</p>
<h3>O que muda na prática</h3>
<p>Com a APAC Onco Exclusiva, o Ministério da Saúde passa a contar com um modelo padronizado para registrar a utilização dos medicamentos oncológicos em todo o país, permitindo maior rastreabilidade da assistência, monitoramento do consumo dos medicamentos, acompanhamento da execução financeira e geração de informações que apoiem o planejamento e a avaliação da política pública.</p>
<p><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale e Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC)</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Participe da consulta pública sobre diretrizes terapêuticas do rastreamento do câncer do colo do útero</title>
		<link>https://tjcc.com.br/noticias/participe-da-consulta-publica-sobre-diretrizes-terapeuticas-do-rastreamento-do-cancer-do-colo-do-utero/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Jul 2026 19:23:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Consultas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[câncer de colo de útero]]></category>
		<category><![CDATA[consulta pública]]></category>
		<category><![CDATA[PCDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Conitec abriu uma Consulta Pública para receber contribuições sobre a atualização do Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Rastreamento do Câncer do Colo do Útero. A Consulta Pública nº 57/2026 diz respeito à Parte II das Diretrizes Brasileiras, focada especificamente em como avaliar, tratar e seguir mulheres identificadas no rastreamento. O objetivo é&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="120"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="120">A Conitec abriu uma Consulta Pública para receber contribuições sobre a atualização do </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="207">Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) do Rastreamento do Câncer do Colo do Útero</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="300">.</span></div>
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<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="301"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="301">A </span><a href="https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/5065/"><b class="ng-star-inserted" data-start-index="303">Consulta Pública nº 57/2026</b></a><span class="ng-star-inserted" data-start-index="330"> diz respeito à </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="346">Parte II</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="354"> das Diretrizes Brasileiras, focada especificamente em </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="409">como avaliar, tratar e seguir mulheres identificadas no rastreamento</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="477">. O objetivo é redefinir as condutas clínicas após a identificação de possíveis lesões, garantindo um acompanhamento seguro e eficaz para as pacientes do SUS</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="634">.</span></div>
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<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="761"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="761">Esta atualização é uma demanda do </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="795">Instituto Nacional de Câncer (INCA)</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="830"> e acompanha a mudança tecnológica de ampliação do acesso aos </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="892">testes moleculares para detecção de HPV oncogênico</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="942"> no âmbito do Sistema Único de Saúde</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="978">. Enquanto a Parte I das diretrizes foca nas ações de rastreamento propriamente ditas, esta Parte II detalha o cuidado subsequente para mulheres com resultados positivos, visando evitar tanto o subtratamento quanto o sobretratamento</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1210">.</span></div>
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<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="1211"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1211">A participação social é fundamental para o aprimoramento das políticas públicas de saúde e para a qualificação das decisões</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1334">. Por meio da consulta pública, profissionais de saúde, pacientes, familiares, cuidadores, organizações da sociedade civil e demais interessados no tema podem enviar contribuições que auxiliem na revisão externa das recomendações</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1563">.</span></div>
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<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="1564"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1564">Para participar, basta acessar o site do </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="1605">Brasil Participativo</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1625">, na seção de consultas públicas da Conitec/SECTICS, e localizar a </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="1692">Consulta Pública nº 57/2026</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1719">. Para enviar a contribuição, é necessário fazer </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="1768">login com a conta Gov.br</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1792">. A página também disponibiliza o </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="1826">Relatório PCDT</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1840">, documento técnico que contém as informações que embasaram a recomendação preliminar da Conitec</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1936">.</span></div>
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<div class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="1937"><span class="ng-star-inserted" data-start-index="1937">O Ministério da Saúde e o INCA reforçam o convite para que todas as pessoas interessadas participem do processo, contribuindo com informações que ajudem a qualificar a tomada de decisão e a fortalecer a linha de cuidado do câncer do colo do útero no Brasil</span><span class="ng-star-inserted" data-start-index="2193">. A consulta pública está aberta até o dia </span><b class="ng-star-inserted" data-start-index="2238">28 de julho de 2026</b><span class="ng-star-inserted" data-start-index="2257">.</span></div>
<div data-start-index="1937"></div>
<h2 class="paragraph normal ng-star-inserted" data-start-index="2258"><a href="https://brasilparticipativo.presidencia.gov.br/processes/consultas-publicas-conitec/f/5065/"><b class="ng-star-inserted" data-start-index="2258">Acesse o site e contribua</b></a><span class="ng-star-inserted" data-start-index="2376">.</span></h2>
<p>The post <a href="https://tjcc.com.br/noticias/participe-da-consulta-publica-sobre-diretrizes-terapeuticas-do-rastreamento-do-cancer-do-colo-do-utero/">Participe da consulta pública sobre diretrizes terapêuticas do rastreamento do câncer do colo do útero</a> appeared first on <a href="https://tjcc.com.br">TJCC</a>.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Grupos de Trabalho do TJCC se reúnem com CNJ para discutir acesso a medicamentos por pacientes oncológicos</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/grupos-de-trabalho-do-tjcc-se-reunem-com-cnj-para-discutir-acesso-a-medicamentos-por-pacientes-oncologicos/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2026 13:25:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões dos GTs]]></category>
		<category><![CDATA[Acesso ao Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[Assistência Farmacêutica]]></category>
		<category><![CDATA[CNJ]]></category>
		<category><![CDATA[GT Acesso ao Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[GT Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Justiça]]></category>
		<guid isPermaLink="false">https://tjcc.com.br/?p=16688</guid>

					<description><![CDATA[<p>Em reunião extraordinária realizada no dia 24 de junho de 2026, representantes do movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) debateram estratégias para enfrentar o descumprimento sistemático de ordens judiciais e o atraso na entrega de medicamentos já incorporados pelo SUS. A reunião foi agendada a pedido do&#8230;</p>
<p>The post <a href="https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/grupos-de-trabalho-do-tjcc-se-reunem-com-cnj-para-discutir-acesso-a-medicamentos-por-pacientes-oncologicos/">Grupos de Trabalho do TJCC se reúnem com CNJ para discutir acesso a medicamentos por pacientes oncológicos</a> appeared first on <a href="https://tjcc.com.br">TJCC</a>.</p>
]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Em</span><b> reunião extraordinária</b><span style="font-weight: 400;"> realizada no dia 24 de junho de 2026, </span><b>representantes do movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ)</b><span style="font-weight: 400;"> debateram </span><b>estratégias para enfrentar o descumprimento sistemático de ordens judiciais e o atraso na entrega de medicamentos já incorporados pelo SUS.</b></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A reunião foi agendada a pedido do Grupo de Trabalho de Políticas Públicas após casos relevantes de descumprimento de ordens judiciais relacionadas a disponibilização de medicamentos para pacientes oncológicos, incluindo o </span><a href="https://abrale.org.br/abrale-na-politica/falhas-estruturais-no-acesso-a-medicamentos-oncologicos-ja-incorporados-ao-sus-leva-abrale-a-acionar-mpf/"><span style="font-weight: 400;">caso da paciente Larissa Amorim</span></a><span style="font-weight: 400;">, que faleceu sem receber o medicamento necessário para o tratamento de leucemia, mesmo com decisão judicial favorável ao recebimento.</span></p>
<p><a href="https://tjcc.com.br/wp-content/uploads/2026/06/Oficio-46_2026-DaianeLira_CNJ__Pedido-de-Reuniao-Urgente-para-discussao-a-respeito-do-descumprimento-de-acoes-judiciais-em-favor-de-pacientes-oncologicos.docx.pdf"><span style="font-weight: 400;">Em ofício encaminhado à Conselheira Daiane Nogueira de Lira</span></a><b>, </b><span style="font-weight: 400;">foi denunciada a lacuna crítica entre a incorporação de tecnologias pela Conitec e o acesso real dos pacientes. O documento destacou que atrasos em medicamentos como ponatinibe e blinatumomabe têm causado desfechos trágicos, como o falecimento de pacientes que aguardavam o cumprimento de liminares, configurando grave violação de direitos humanos.</span></p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Acompanhamento da Política de Assistência Farmacêutica</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Durante a reunião, membros do TJCC apontaram os desafios impostos aos pacientes hoje, em especial no período até a operacionalização plena da nova Política de Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em resposta aos questionamentos, a conselheira Daiane Lira e a juíza Luciana Veiga (responsável pelos temas de Previdência e Saúde), representantes do CNJ, reconheceram que a situação da oncologia é crítica, com obstáculos à efetividade do processo de incorporação de medicamentos. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também afirmaram que o CNJ está em diálogo constante com o Ministério da Saúde, e que já solicitaram formalmente uma Nota Técnica para tratar dos pacientes que estão no &#8220;limbo&#8221; assistencial até a implementação completa da AF-Onco.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Descumprimento de ordens judiciais</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">A respeito do descumprimento de ordens judiciais, as juízas manifestaram o interesse em acompanhar os casos nos estados. Afirmaram que, para as decisões no âmbito dos tribunais federais, já está sendo realizado um acompanhamento aprofundado dos efeitos das decisões. </span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Também destacaram a dificuldade em operacionalizar as ordens judiciais, dada a impossibilidade de a União bloquear valores para as compras emergenciais. Neste sentido, informaram que o Ministério da Saúde já está organizando atas de registro de preços para os 70 medicamentos mais judicializados, visando a formação de estoque e a agilização da entrega do medicamento em espécie para o cumprimento das ordens judiciais.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Nova Plataforma Nacional de Saúde</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Membros do Grupo de Trabalho também questionaram sobre o processo de implementação da nova plataforma nacional de demanda de medicamentos, ferramenta produzida pelo Supremo Tribunal Federal em atendimento ao disposto através do Tema 1234. A ferramenta permitirá ao Judiciário acompanhar todo o processo de dispensação.  As representantes do CNJ esclareceram que o sistema está em fase de testes, com projetos-piloto previstos para julho.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<h2><span style="font-weight: 400;">Encaminhamentos a partir da reunião</span></h2>
<p><span style="font-weight: 400;">Como encaminhamento da reunião, ficou acertado o </span><b>envio, por parte das organizações do TJCC, de um mapeamento detalhado dos descumprimentos de decisões judiciais nos estados e dos medicamentos faltantes ao CNJ e ao Supremo Tribunal Federal</b><span style="font-weight: 400;">, para que as autoridades judiciais possam interceder, em acordo com as previsões legais e com as decisões do Tema 1234, em prol dos pacientes afetados</span><b>.</b><span style="font-weight: 400;">Também ficou alinhada a articulação para uma </span><b>agenda conjunta entre TJCC, CNJ e Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)</b><span style="font-weight: 400;">, com o intuito de discutir sobre a autorização dos tratamentos não previstos na lista da ANS, a partir do cumprimento dos cinco critérios técnicos definidos pelo STF na Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) 7265. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O</span><b> Movimento Todos Juntos Contra o Câncer </b><span style="font-weight: 400;">seguirá monitorando a situação do acesso aos medicamentos pelos pacientes, a implementação das políticas de assistência farmacêutica e o cumprimento de ordens judiciais em favor dos pacientes. Esta reunião com o CNJ faz parte de uma agenda em andamento para encontrar soluções conjuntas em políticas públicas, que atendam aos pacientes.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Estavam presentes na reunião: </span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Daiane Nogueira de Lira, conselheira do Conselho Nacional de Justiça;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Luciana Veiga, juíza Federal do TRF4 (Previdenciário e Saúde);</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Catherine Moura, líder do Movimento TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Luana Ferreira Lima, coordenadora do Movimento TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Cássia Montouto, assessoria TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Luiz Couto Soares, assessoria e ações estratégicas TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Ana Valquiria, advogada, membro do GT de Acesso ao Tratamento;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Andrea Uchoa, consultora independente da área da saúde, membro do GT de políticas públicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Helena Esteves, gerente de advocacy do Oncoguia, membro do GT de políticas públicas do TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Hélica Souza, advogada, membro do GT de Políticas Públicas;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Igor Alves, advogado da Associação Brasileira de Talassemia (Abrasta); </span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Isadora Cupertino, analista de políticas públicas da Abrale;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">José Francisco Marques Junior, diretor da ABHH, membro do GT de acesso ao tratamento do TJCC;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Nina Melo, coordenadora do Observatório de Oncologia do TJCC;</span></li>
<li><span style="font-weight: 400;">Roberto Souza, Presidente Agência de Comunicação  e Editora RS PRESS, membro do GT de Políticas Públicas;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Tiago Farina, advogado sanitarista, membro do GT de políticas públicas do TJCC.</span></li>
</ul>
<p>&nbsp;</p>
<p><i><span style="font-weight: 400;">Assessoria de Políticas Públicas e Advocacy</span></i></p>
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			</item>
		<item>
		<title>VIII jornada de direito à saúde: a solução para a judicialização é o fortalecimento de políticas públicas e não restrições ao acesso à justiça</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/viii-jornada-de-direito-a-saude-a-solucao-para-a-judicializacao-e-o-fortalecimento-de-politicas-publicas-e-nao-restricoes-ao-acesso-a-justica/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Jun 2026 19:31:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, nos dias 16 e 17 de junho, a VIII Jornada de Direito da Saúde, espaço destinado ao debate de propostas de enunciados que orientam a interpretação jurídica em matéria de saúde. Embora não possuam caráter vinculante, esses enunciados influenciam significativamente a formação da jurisprudência e as decisões judiciais&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) realizou, nos dias 16 e 17 de junho, a VIII Jornada de Direito da Saúde, espaço destinado ao debate de propostas de enunciados que orientam a interpretação jurídica em matéria de saúde. Embora não possuam caráter vinculante, esses enunciados influenciam significativamente a formação da jurisprudência e as decisões judiciais em todo o país.</p>
<p>Entre os temas discutidos, destacaram-se os Enunciados 18 e 19, que buscavam conferir maior deferência às decisões da Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec). As propostas estabeleciam que a não incorporação de um medicamento ao SUS, inclusive quando fundamentada em critérios de custo-efetividade, impediria, como regra, sua concessão por decisão judicial, admitindo-se exceções apenas mediante comprovação de ilegalidade na decisão administrativa. Também limitavam a possibilidade de revisão judicial das conclusões técnicas da Avaliação de Tecnologias em Saúde (ATS).</p>
<p>A preocupação das entidades representativas de pacientes decorreu do potencial impacto dessas medidas sobre o acesso à justiça e à análise individualizada dos casos concretos. Embora as avaliações técnicas da Conitec sejam fundamentais para a formulação das políticas públicas, elas não podem afastar a necessária apreciação judicial de situações em que estejam em risco a vida, a saúde e a dignidade das pessoas.</p>
<p>O debate também evidenciou um ponto essencial: a judicialização da saúde não é a causa do problema, mas frequentemente sua consequência. A crescente procura pelo Poder Judiciário reflete dificuldades estruturais de acesso enfrentadas pelos pacientes, como a demora na incorporação de tecnologias, a insuficiente implementação de políticas públicas e as barreiras administrativas para obtenção de tratamentos, inclusive daqueles já previstos no Sistema Único de Saúde.</p>
<p>Nesse contexto, a redução da judicialização não será alcançada por meio da restrição ao acesso à justiça, mas pelo fortalecimento das políticas públicas e pela garantia de acesso efetivo e oportuno aos tratamentos necessários. Trata-se de uma responsabilidade que não recai apenas sobre o Poder Judiciário, mas também sobre o Ministério da Saúde e os demais gestores do SUS, responsáveis por assegurar que os direitos previstos nas normas e protocolos se concretizem na vida dos pacientes.</p>
<p>Durante a VIII Jornada, a atuação do Conselho Nacional de Saúde, com participação da Abrale e da Abrasta, contribuiu para demonstrar os potenciais impactos dos Enunciados 18 e 19 sobre pessoas que dependem da judicialização para acessar tratamentos essenciais. Ao final, as propostas foram afastadas, preservando a possibilidade de análise individualizada dos casos pelo Poder Judiciário.</p>
<p>A Abrale e a Abrasta reafirmam seu compromisso com a defesa dos direitos dos pacientes, o fortalecimento do SUS e a construção de soluções que tenham como foco principal o acesso integral, equânime e oportuno à saúde.</p>
<p>Assista à <a href="https://www.youtube.com/watch?v=eQvyoWv-0G8">íntegra do evento</a>.</p>
<p><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale, Abrasta e Movimento Todos Juntos Contra o Câncer (TJCC)</em></p>
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		<title>Entre a compra emergencial e a assistência na ponta: os desafios da ciclofosfamida no SUS</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/entre-a-compra-emergencial-e-a-assistencia-na-ponta-os-desafios-da-ciclofosfamida-no-sus/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Isadora Cupertino]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 20:34:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamentos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O desabastecimento da ciclofosfamida no Brasil expôs, fragilidades históricas relacionadas à organização da assistência oncológica e hematológica no Sistema Único de Saúde (SUS). A situação ganhou dimensão crítica ao longo dos últimos meses em razão da interrupção da produção global do medicamento e das dificuldades técnicas enfrentadas pelo único fornecedor nacional, comprometendo diretamente protocolos terapêuticos&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O desabastecimento da ciclofosfamida no Brasil expôs, fragilidades históricas relacionadas à organização da assistência oncológica e hematológica no Sistema Único de Saúde (SUS).</p>
<p>A situação ganhou dimensão crítica ao longo dos últimos meses em razão da interrupção da produção global do medicamento e das dificuldades técnicas enfrentadas pelo único fornecedor nacional, comprometendo diretamente protocolos terapêuticos essenciais e potencialmente curativos.</p>
<p>A ciclofosfamida possui papel central em diversos tratamentos oncológicos e hematológicos, sendo também indispensável para a realização dos transplantes haploidênticos, modalidade que representa parcela significativa dos transplantes de medula óssea (TMO) realizados no país.</p>
<p>Sua indisponibilidade impactou diretamente a continuidade da assistência, provocando adiamentos de procedimentos, reorganização de protocolos terapêuticos e aumento da pressão sobre os serviços de saúde.</p>
<p>Diante desse cenário, entidades médicas e organizações da sociedade civil vêm alertando o Ministério da Saúde (MS) sobre os impactos do desabastecimento. Em abril de 2026, a Associação Brasileira de Câncer do Sangue (Abrale), a Associação de Medula Óssea (AMEO), a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular (ABHH) e a Sociedade Brasileira de Transplante de Medula Óssea (SBTMO) encaminharam ofício conjunto às autoridades competentes solicitando providências urgentes e destacando os riscos assistenciais decorrentes da escassez do medicamento.</p>
<p>Em resposta à crise, o Ministério publicou, em abril a <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2026/nota-tecnica-conjunta-no-110-2026-cocani-cgcan-decan-saes-ms.pdf/view">Nota Técnica nº 110/2026</a>, apresentando as medidas emergenciais adotadas para mitigar os impactos do desabastecimento, entre elas, destacaram-se a aquisição internacional da ciclofosfamida por meio do Fundo Estratégico da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), o monitoramento contínuo do abastecimento em articulação com a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), secretarias estaduais e indústria farmacêutica, além da distribuição emergencial do medicamento.</p>
<p>Segundo o MS, foram adquiridas aproximadamente 140 mil unidades da ciclofosfamida, sendo o primeiro lote, composto por 7 mil ampolas, destinado a centros prioritários, incluindo o Instituto Nacional de Câncer (INCA), à época, a expectativa era de normalização gradual do abastecimento ao longo dos meses seguintes.</p>
<p>Apesar desses esforços, relatos de diversos serviços de saúde indicam que a distribuição não alcançou plenamente a ponta assistencial. Essa preocupação foi amplamente debatida em reunião realizada em maio entre representantes do Ministério, entidades médicas e organizações da sociedade civil.</p>
<p>Durante o encontro, a Coordenação-Geral de Assistência Farmacêutica informou que a planilha de distribuição da ciclofosfamida havia sido encaminhada às Secretarias Estaduais de Saúde e aos hospitais do SUS em 17 de abril, com base nas demandas informadas pela rede.</p>
<p>Entretanto, as entidades relataram que diversos serviços ainda não haviam recebido o medicamento ou não possuíam informações claras sobre os quantitativos destinados, os cronogramas de entrega e os fluxos de distribuição.</p>
<p>Na ocasião, representantes da sociedade civil também solicitaram maior transparência sobre os estudos de demanda utilizados para orientar a compra internacional e a estratégia de distribuição, além de questionarem como estava sendo realizado o monitoramento da chegada efetiva do medicamento aos hospitais. Destacou-se a necessidade de acompanhamento mais próximo junto às Secretarias Estaduais de Saúde, diante dos relatos de interrupção ou limitação de tratamentos em diferentes regiões do país.</p>
<p>O tema voltou a ser discutido na audiência pública promovida pela Abrale na Câmara dos Deputados, em maio, com apoio da Comissão de Prevenção e Combate ao Câncer. Nessa oportunidade, especialistas, gestores e representantes do Ministério da Saúde reconheceram que o desabastecimento da ciclofosfamida não representa apenas um problema pontual de aquisição do medicamento, mas evidencia desafios relacionados ao planejamento, à logística e à coordenação da assistência farmacêutica no SUS.</p>
<p>Mais recentemente, a <a href="https://www.gov.br/saude/pt-br/centrais-de-conteudo/publicacoes/notas-tecnicas/2026/nota-tecnica-conjunta-no-150-2026-cocani-cgcan-decan-saes-ms.pdf/view">Nota Técnica nº 150/2026</a> atualizou o cenário nacional de abastecimento e informou que, graças a esforços regulatórios, logísticos e institucionais, foi possível antecipar a disponibilização de aproximadamente 56 mil unidades da ciclofosfamida injetável de 1g em maio.</p>
<p>Embora a medida tenha contribuído para reduzir o risco assistencial imediato, o próprio Ministério ressalta que ela não representa a normalização do abastecimento, uma vez que o quantitativo permanece insuficiente diante da demanda reprimida e da necessidade de recomposição gradual dos estoques.</p>
<p>O documento orienta gestores e serviços de saúde a manterem as medidas de contingência já adotadas, incluindo monitoramento rigoroso dos estoques, controle da demanda reprimida e uso racional do medicamento, além de estabelecer prioridades assistenciais para situações de maior criticidade clínica e reforçar a necessidade de avaliação individualizada dos casos enquanto perdurar o cenário de restrição de oferta.</p>
<p>A Nota Técnica informa ainda que o Ministério mantém estoque estratégico adquirido por compra internacional centralizada e continua atuando em articulação com a Anvisa, gestores estaduais, sociedades científicas e a empresa detentora do registro do medicamento. Contudo, reconhece-se que a aquisição centralizada, isoladamente, não é capaz de suprir imediatamente toda a demanda nacional.</p>
<p>Por fim, a normalização do abastecimento não deve ocorrer no curto prazo, já que a previsão é de chegada de novos lotes apenas a partir de agosto, com expectativa de normalização mais ampla do cenário somente no último trimestre do ano.</p>
<p>Diante desse contexto, permanece fundamental acompanhar como a distribuição da ciclofosfamida está ocorrendo na ponta assistencial e quais impactos ainda vêm sendo observados em diferentes regiões do país.</p>
<p>Considerando que o Ministério da Saúde vem adotando medidas emergenciais para mitigar os efeitos do desabastecimento, torna-se importante compreender se o medicamento está chegando de forma efetiva aos locais de atendimento, em quais quantitativos e se o abastecimento atual tem sido suficiente para atender às necessidades assistenciais. Essas informações poderão contribuir para o monitoramento da efetividade das medidas adotadas e para o aprimoramento do diálogo institucional voltado à garantia do acesso contínuo ao tratamento.</p>
<p><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy da Abrale e Movimento Todos Juntos Contra o Câncer</em></p>
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		<title>Carta de Repúdio sobre a Publicidade de Produtos Nocivos à Saúde em Eventos Esportivos é publicada por GT de Prevenção Primária</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/carta-de-repudio-sobre-a-publicidade-de-produtos-nocivos-a-saude-em-eventos-esportivos-e-publicada-por-gt-de-prevencao-primaria/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jun 2026 15:24:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[carta de repúdio]]></category>
		<category><![CDATA[GT Prevenção Primária]]></category>
		<category><![CDATA[produtos-nocivos]]></category>
		<category><![CDATA[publicidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Movimento Todos Juntos Contra o Câncer lança hoje uma carta de repúdio sobre a publicidade de produtos nocivos à saúde em eventos esportivos. O posicionamento, construído pelo nosso Grupo de Trabalho de Prevenção Primária, busca conscientizar o público sobre os riscos associados ao consumo de álcool, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados, além de pressionar as&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer</strong> lança hoje uma <strong>carta de repúdio sobre a publicidade de produtos nocivos à saúde em eventos esportivos</strong>. O posicionamento, construído pelo nosso <strong>Grupo de Trabalho de Prevenção Primária</strong>, busca conscientizar o público sobre os riscos associados ao consumo de <strong>álcool, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados, </strong>além de pressionar as autoridades públicas e organizadores destes eventos a tomarem medidas pelo fim deste tipo de publicidade.</p>
<p>A carta é aberta para adesão de organizações e pessoas interessadas em assinar e fortalecer o pleito.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Segue íntegra do posicionamento:</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<blockquote><p><b>Posicionamento sobre a Publicidade de Produtos Nocivos à Saúde em Eventos Esportivos</b></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O </span><b>Grupo de Trabalho de Prevenção Primária em Câncer</b><span style="font-weight: 400;">, no âmbito do </span><b>Movimento Todos Juntos Contra o Câncer</b><span style="font-weight: 400;">, manifesta seu </span><b>posicionamento contrário à promoção, publicidade e patrocínio de produtos nocivos à saúde em eventos esportivos no Brasil, incluindo bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados</b><span style="font-weight: 400;">, cujas marcas ampliam sua presença em ambientes associados ao esporte, à saúde e ao bem-estar. </span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Essa associação contrasta com as evidências científicas e com as recomendações internacionais de saúde pública relacionadas à prevenção do câncer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O consumo de álcool está associado ao aumento do risco de diversos tipos de câncer, incluindo câncer de cavidade oral, laringe, esôfago, fígado, mama e colorretal¹. Atualmente, a Organização Mundial da Saúde e o Ministério da Saúde reconhecem que não existe nível seguro de consumo de álcool para a prevenção do câncer². No Brasil, o Instituto Nacional de Câncer aponta o álcool como um dos principais fatores de risco evitáveis relacionados ao câncer, com impacto significativo na carga de doenças no país³.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além do álcool, cresce a preocupação internacional com a presença de bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados em ambientes esportivos. O consumo desses produtos está associado ao aumento do risco de doenças crônicas não transmissíveis, incluindo obesidade, condição reconhecida como fator de risco para pelo menos 13 tipos de câncer, além de associação com maior risco de câncer colorretal.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Apesar disso, a associação entre produtos nocivos à saúde e o esporte permanece amplamente difundida por meio de estratégias de publicidade, marketing e patrocínio, que contribuem para:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A associação simbólica entre produtos nocivos à saúde, esporte, celebração, desempenho e integração social;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A naturalização do consumo desses produtos em ambientes relacionados ao lazer, ao entretenimento e ao convívio social;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">A exposição recorrente de crianças e adolescentes a conteúdos publicitários, grupo reconhecidamente mais vulnerável aos impactos dessas estratégias.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">Estudos demonstram que a publicidade influencia preferências, atitudes e padrões de consumo, especialmente entre crianças e adolescentes, contribuindo para o consumo mais precoce e frequente desses produtos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">O Brasil já dispõe de marco legal que reconhece bebidas alcoólicas como produtos nocivos à saúde, por meio da Lei nº 9.294/1996, que estabelece restrições à publicidade desses produtos. Entretanto, a legislação exclui, na prática, grande parte das bebidas alcoólicas consumidas no país, especialmente a cerveja, ao restringir sua aplicação às bebidas com teor alcoólico superior a 13 graus Gay-Lussac.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Além disso, persistem importantes lacunas regulatórias relacionadas ao marketing de bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados, especialmente em ambientes frequentados por crianças e adolescentes. Esse cenário evidencia a necessidade de maior alinhamento entre as políticas regulatórias e os objetivos de promoção da saúde e prevenção do câncer.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A associação entre produtos nocivos à saúde e esporte configura um importante conflito ético, ao promover produtos associados ao aumento do risco de câncer e outras doenças crônicas em ambientes relacionados à saúde, ao bem-estar e à prevenção de doenças.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Diante disso, este Grupo de Trabalho posiciona-se:</span></p>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pela restrição da publicidade e do patrocínio de bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados em eventos esportivos;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pela revisão da Lei nº 9.294/1996, com ampliação de seu escopo para todas as bebidas alcoólicas e inclusão de ultraprocessados;</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pela proteção de crianças e adolescentes da exposição ao marketing de bebidas alcoólicas, bebidas açucaradas e alimentos ultraprocessados</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Pelo alinhamento das políticas públicas às evidências científicas relacionadas à prevenção do câncer.</span></li>
</ul>
<p><span style="font-weight: 400;">A prevenção do câncer exige coerência entre discurso, políticas públicas e práticas institucionais. Eventos esportivos devem promover saúde, e não servir como plataforma para a divulgação de produtos associados ao aumento do risco de câncer e outras doenças crônicas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Promover saúde significa também proteger crianças, adolescentes e a população em geral da influência de estratégias de marketing que associam produtos nocivos à saúde a valores positivos como desempenho, bem-estar, sucesso e pertencimento social.</span></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><b>São Paulo, 11 de junho de 2026</b></p></blockquote>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Assinam a carta até o momento (Última Atualização: 17/07/26):</strong></p>
<ul>
<li><b>Grupo de Trabalho de Prevenção Primária em Câncer (</b><i><span style="font-weight: 400;">Movimento Todos Juntos Contra o Câncer)</span></i>
<ul>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Laura Cury &#8211; Coordenadora do Projeto de Álcool na ACT Promoção da Saúde</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Bianca Manzoli &#8211; Nutricionista especialista em Políticas Públicas e Nutrição oncológica</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Melissa Medeiros &#8211; Fundadora e Presidente Voluntária da ACBG Brasil </span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Patrícia Alves Toco – Profissional de Educação Física e Desenvolvimento Humano, com atuação na promoção da saúde, saúde emocional, autocuidado e qualidade de vida feminina.</span></li>
<li style="font-weight: 400;" aria-level="1"><span style="font-weight: 400;">Heloisa Medeiros Quaggio – Coordenadora de Projetos e Desenvolvimento de Programa da Amigos Einstein da Oncologia e Hematologia “amigo_h&#8221;</span></li>
</ul>
</li>
<li><strong>ACT Promoção da Saúde</strong></li>
<li><strong>Associação Brasileira de Câncer do Sangue &#8211; Abrale</strong></li>
<li><strong>Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama &#8211; FEMAMA</strong></li>
<li><strong>Hospital Regional do Câncer de Passos</strong></li>
<li><strong>Instituto Heleninha</strong></li>
<li><strong>Instituto Projeto CURA</strong></li>
<li><strong>Oncofake &#8211; Observatório de Notícias do Câncer</strong></li>
<li><strong>Santa Casa de Misericórdia de Passos &#8211; SCMP</strong></li>
<li><strong>Sociedade Brasileira de Proteção Humana</strong></li>
</ul>
<p><strong>Assinaturas individuais:</strong></p>
<ul>
<li>Ana Valkiria Peixoto Machado, Advogada &#8211; OAB/PE nº 17.492</li>
<li>Felipe da Cunha Freitas</li>
<li>Gisele do Carmo Doratioto</li>
<li>Gustavo Couto Rosa Lopes, Médico</li>
<li>Isadora Cupertino de Lima, Técnica em Nutrição, Cientista Social, Conselheira de Saúde do Estado de São Paulo e Analista de Advocacy</li>
<li>Juliana Ferreira de Oliveira, Assessora de Advocacy para o controle do álcool &#8211; ACT Promoção da Saúde</li>
<li>Gisele do Carmo Doratioto</li>
<li>Sandra Batista Costa, Enfermeira</li>
<li>Sergio Henrique Peixoto Machado, Advogado</li>
<li>Thiago Andrade Brasileiro</li>
<li>Wilson Follador, membro voluntário da ABRALE</li>
</ul>
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		<item>
		<title>Movimento &#8216;Todos Juntos Contra o Câncer&#8217; realiza reunião com Ministério da Saúde sobre operacionalização do novo componente AF-ONCO</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/movimento-todos-juntos-contra-o-cancer-realiza-reuniao-com-ministerio-da-saude-sobre-operacionalizacao-do-novo-componente-af-onco/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 May 2026 19:56:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[AF-Onco]]></category>
		<category><![CDATA[GT Políticas Públicas]]></category>
		<category><![CDATA[Ministério da Saúde]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (20 de maio de 2026), o Movimento &#8216;Todos Juntos Contra o Câncer&#8217; realizou uma reunião virtual com o Coordenador-Geral de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada do Ministério da Saúde, Dalmare Bezerra, que detalhou as diretrizes para a implementação do Componente de Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-ONCO). A reunião buscou sanar dúvidas sobre&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Na última quarta-feira (20 de maio de 2026), o Movimento &#8216;Todos Juntos Contra o Câncer&#8217; realizou uma reunião virtual com o <strong>Coordenador-Geral de Assistência Farmacêutica na Atenção Especializada do Ministério da Saúde</strong>, Dalmare Bezerra, que detalhou as <strong>diretrizes para a implementação do Componente de Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-ONCO)</strong>. A reunião buscou sanar <strong>dúvidas sobre a centralização de compras e a transição para o novo modelo de financiamento e distribuição de medicamentos oncológicos no SUS.</strong></p>
<p><strong>A AF-Onco</strong></p>
<p>O AF-Onco, ou Componente de Assistência Farmacêutica em Oncologia, foi instituído pela Portaria GM/MS nº 8.477/2025 com o objetivo fundamental de assegurar a integralidade e a equidade no tratamento de pacientes com câncer no SUS. Este novo componente define parâmetros e responsabilidades para o financiamento, aquisição e distribuição de medicamentos oncológicos incorporados, garantindo que o financiamento seja realizado de forma integral pela União. Além da inclusão de tecnologias na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), a operacionalização do AF-Onco envolve a utilização de sistemas de informação como o eSUS-AF para monitoramento e a implementação de uma APAC exclusiva para o faturamento, visando um acesso mais seguro, organizado e contínuo às terapias de alta tecnologia.</p>
<p><strong>Respostas do Coordenador </strong></p>
<p>Diante de questionamentos sobre a previsibilidade das compras e os critérios para a escolha dos fármacos que serão adquiridos diretamente pela União, Dalmare esclareceu que a incorporação de um medicamento não implica em sua compra imediata. Segundo o coordenador, os itens passarão por um processo de priorização que considera fatores como o índice de judicialização, status de patente, valor global da compra, número de pacientes atendidos, custo mensal e a existência de Parcerias para o Desenvolvimento Estratégico (PDP).</p>
<p>Sobre o prazo estipulado para outubro de 2026 para a oferta completa do componente, Dalmare explicou que o período é fundamental para garantir a implementação integral dos sistemas de informação, como o módulo AF-Onco do eSUS-AF. Ele ressaltou que esse intervalo é necessário para concluir processos administrativos e ampliar as compras centralizadas de forma gradativa, evitando impactos negativos na gestão de estoques das secretarias e hospitais.</p>
<p>Em relação à preocupação com o aumento da carga administrativa nas unidades de saúde, o coordenador afirmou que as obrigações acessórias, como o registro de dados e o faturamento via APAC exclusiva, deverão ser suportadas pelos hospitais. No entanto, ele garantiu que o Ministério da Saúde oferecerá o apoio técnico necessário para viabilizar o monitoramento e a prestação de contas.</p>
<p><strong>TJCC continuará acompanhando implementação</strong></p>
<p>Após a reunião, os participantes do TJCC prosseguiram com um balanço das iniciativas apresentadas pelo Ministério da Saúde, e um compromisso do movimento de seguir acompanhando o processo de operacionalização do instrumento, inclusive através da mobilização de outros atores relevantes. A realização de reuniões como esta atende à missão do TJCC de lutar pelo acesso universal e igualitário à saúde e pelo avanço da &#8220;Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer&#8221; através da participação social ampla e da busca por <em>accountability</em> dos órgãos responsáveis por sua execução.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>-Equipe de Políticas Públicas e Advocacy do &#8220;Todos Juntos Contra o Câncer&#8221;</em></p>
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		<title>Movimento TJCC realiza Seminário sobre Financiamento em Saúde, na ALESP</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/movimento-tjcc-realiza-seminario-sobre-financiamento-em-saude-na-alesp/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 May 2026 21:53:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Acontece na rede]]></category>
		<category><![CDATA[Financiamento da Saúde]]></category>
		<category><![CDATA[seminário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Evento reuniu especialistas e revelou um aumento de 149% no custo unitário dos procedimentos em Oncologia Ontem, dia 19 de maio, o Movimento Todos Juntos Contra o Câncer realizou o Seminário de &#8220;Financiamento em Saúde &#8211; Desafios e Propostas para a Oncologia&#8221;  na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O evento, realizado com o apoio&#8230;</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Evento reuniu especialistas e revelou um aumento de 149% no custo unitário dos procedimentos em Oncologia</strong></p>
<p>Ontem, dia 19 de maio, o Movimento Todos Juntos Contra o Câncer realizou o Seminário de <strong>&#8220;Financiamento em Saúde &#8211; Desafios e Propostas para a Oncologia&#8221;</strong>  na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O evento, realizado com o apoio do Deputado Thiago Auricchio, avança em um processo duradouro de discussões do TJCC sobre as dificuldades em garantir um financiamento efetivo, seguro e sustentável para o tratamento oncológico.</p>
<p>Estudo realizado pelo Observatório de Oncologia mostrou que, hoje, <strong>as neoplasias malignas representam cerca de 17% dos óbitos no Brasil,</strong> com mais de 200 mil mortes anuais. As novas tecnologias incorporadas, esperança para muitos pacientes em tratamento,  afetam significativamente as condições de financiamento, especialmente no SUS, o que pode promover desigualdades no acesso.</p>
<p>O levantamento também mostrou que a maior parte dos gastos está concentrada em <strong>procedimentos ambulatoriais,</strong> como quimioterapia e radioterapia. Esses procedimentos representam <strong>77% dos custos totais</strong> do tratamento oncológico. Ainda, o custo unitário dos procedimentos aumentou 149%, por conta das novas tecnologias e do diagnóstico tardio.</p>
<p>Outro ponto apresentado é que o financiamento está ligado à judicialização. Foram <strong>571 mil processos em 2023</strong>. Na prática, o que se vê são medicamentos já incorporados que não chegam aos pacientes.</p>
<p>“<em>O câncer é um dos maiores desafios no SUS, devido à sua complexidade terapêutica e de prevenção. Não adianta termos inovações tecnológicas, se elas não chegam para quem precisa. E elas precisam chegar no tempo em que o paciente necessita. Não adianta ser depois</em>”, comentou <strong>Nina Melo, </strong>coordenadora de pesquisa da Abrale e Movimento TJCC.</p>
<p><strong>Políticas públicas e o financiamento</strong></p>
<p><strong>Carlos Ruiz</strong>, ginecologista e mastologista no<strong> Hospital das Clínicas de São Paulo</strong>, reforçou que para entender o cenário de saúde atual do Brasil, e conseguir administrá-lo de forma adequada, é preciso ter dados, saber interpretá-los e transformá-los em políticas públicas.</p>
<p>“<em>No Brasil, o Ministério da Saúde oferece o programa de rastreamento para o câncer de mama. Mas vemos que muitos dos diagnósticos ainda são tardios. Se há o exame, mas não há procura, onde estamos errando? Pode ser por conta do medo do diagnóstico, do tratamento. Os tratamentos, no passado, eram muito radicais, é verdade. Mas hoje, é muito diferente.</em>”, disse.</p>
<p>Para o médico, o SUS nunca vai falir, mas vai ficar cada vez mais seletivo.</p>
<p>“<em>Não tem dinheiro para tudo, e o gasto é contínuo. A judicialização não é o melhor caminho, porque demora e pode piorar o cenário do paciente. Precisamos nos alinhar ao ministério público, ao terceiro setor, para melhorar a Saúde</em>”, pontuou.</p>
<p><strong>Fraudes nos planos de saúde prejudicam todo o sistema</strong></p>
<p>Segundo <strong>José Cechin,</strong> membro do Conselho Diretor do IESS e da Academia Nacional de Seguros e Previdência,<strong> as fraudes e desperdícios correspondem entre 11 e 12% da receita,</strong> e impactam as despesas dos planos de saúde. A judicialização também onera o sistema.</p>
<p>“<em>41% das despesas com os planos é por conta das internações. <strong>O setor de Oncologia teve um aumento de 128% no gasto com medicamentos.</strong> Em 2024, 70,5% das incorporações de medicamentos foram de antineoplásicos orais. Todos desejamos as inovações tecnológicas e que sejam incorporadas o quanto antes. Mas junto com este desejo, vem os custos. Os medicamentos contra o câncer são cada vez mais caros. Os planos pagam mais para a indústria que o SUS</em>”, afirmou.</p>
<p><strong>Cassio Ide,</strong> diretor técnico-médico na Abramge, reforçou que o problema do financiamento dos medicamentos de alto custo é mundial.</p>
<p><em>“O sistema americano paga os valores mais caros, mas isso faz muitos pagadores e famílias irem à falência, uma vez que no país não há um sistema público de saúde. No Brasil, não faz sentido termos dois sistemas de avaliação, um no SUS e outro na ANS. Isso faz aumentar a iniquidade na saúde, como, por exemplo, o medicamento ser incorporado e não chegar ao paciente</em>”.</p>
<p><strong>Navegação é parte crucial da jornada de tratamento</strong></p>
<p><strong>Vanessa Teich</strong>, diretora de transformação da oncologia e hematologia do Einstein Hospital Israelita, entende que hoje o foco está muito na incorporação das novas tecnologias, o que acaba deixando a jornada do paciente de lado.</p>
<p>“<em>A navegação é um trabalho fundamental e deveria ser mais valorizada. Falamos muito sobre rastrear melhor, diagnosticar precocemente, mas na prática clínica não há uma estratégia ampla para isso. No SUS, por exemplo, não há transparência das filas. Não sabemos o tamanho, como estão esses pacientes. É necessário realizar uma triagem e tentar antecipar o tratamento para aqueles que estão em casos mais avançados e que têm chances de cura</em>”, comentou.</p>
<p><strong>Governança e imposto seletivo para um sistema resiliente</strong><br />
<strong>Ana Maria Malik</strong>, professora titular na Fundação Getúlio Vargas e referência em gestão de saúde, reforçou que a construção de um sistema resiliente e sustentável no Brasil exige uma governança robusta fundamentada em transparência. Em sua apresentação, ela destacou o papel do imposto seletivo (ou &#8220;imposto sobre o pecado&#8221;) aplicado ao tabaco e dispositivos eletrônicos para gerar recursos vinculados ao financiamento da atenção oncológica, especialmente na linha de cuidado do câncer de pulmão.</p>
<p>Sobre as discussões a respeito da eficiência das estratégias de rastreio como mecanismo de reduzir os custos de atendimento a partir do diagnóstico precoce, a professora destacou: &#8220;<em>Não se trata de se devemos rastrear, mas como fazê-lo de forma segura, eficiente, equitativa e sustentável</em>&#8220;. Para a pesquisadora, o Estado deve cumprir funções regulatórias, redistributivas e estruturantes para garantir que a arrecadação se transforme em capacidade real de resposta do SUS, organizando fluxos integrados que priorizem a atenção primária. &#8220;<em>É preciso ter uma visão de país; a partir do momento em que houver essa visão, a coisa caminha</em>&#8220;, pontuou</p>
<p><strong>Assista a íntegra do evento na página do YouTube do Movimento &#8220;Todos Juntos Contra o Câncer&#8221;: </strong></p>
<p><span class="wpex-responsive-media"><iframe title="Seminário Financiamento em Saúde" width="980" height="551" src="https://www.youtube.com/embed/JmM51TprMTQ?feature=oembed"  allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></span></p>
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		<title>GT de Acesso ao Tratamento do TJCC oficia Secretaria de Atenção Especializada à Saúde sobre o desabastecimento de Ciclofosfamida</title>
		<link>https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/posicionamentos/gt-de-acesso-ao-tratamento-do-tjcc-oficia-secretaria-de-atencao-especializada-a-saude-sobre-o-desabastecimento-de-ciclofosfamida/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Luiz Couto Soares]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2026 15:41:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Posicionamentos]]></category>
		<category><![CDATA[Reuniões dos GTs]]></category>
		<category><![CDATA[ciclofosfamida]]></category>
		<category><![CDATA[GT Acesso ao Tratamento]]></category>
		<category><![CDATA[ofício]]></category>
		<category><![CDATA[TMO]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Grupo de Trabalho de Acesso ao Tratamento do Movimento &#8220;Todos Juntos Contra o Câncer&#8221; encaminhou um ofício à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde sobre os impactos assistenciais do desabastecimento de ciclofosfamida endovenosa (Genuxal® 1g). A ciclofosfamida é um fármaco utilizado em protocolos com intenção curativa, incluindo transplante de medula&#8230;</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O <strong>Grupo de Trabalho de Acesso ao Tratamento</strong> do Movimento &#8220;Todos Juntos Contra o Câncer&#8221; encaminhou um ofício à <strong>Secretaria de Atenção Especializada à Saúde do Ministério da Saúde</strong> sobre os impactos assistenciais do <strong>desabastecimento de ciclofosfamida</strong> endovenosa (Genuxal® 1g).</p>
<p>A <strong>ciclofosfamida</strong> é um fármaco utilizado em protocolos com intenção curativa, incluindo transplante de medula óssea, tratamento de leucemias, linfomas, mieloma múltiplo entre outros tipos de câncer. Sua indisponibilidade, ocasionada pela falta de insumos e problemas na produção internacional, representa um risco direto à continuidade terapêutica e à vida de pacientes no país.</p>
<p>O ofício reconhece a atuação do Ministério da Saúde na condução do tema, com a adoção de medidas regulatórias, assistenciais e logísticas relevantes para mitigação dos impactos do desabastecimento, bem como reconhece a contribuição técnica da Sociedade Brasileira de Oncologia Clínica (SBOC) que, diante do cenário de indisponibilidade do medicamento, estruturou recomendações baseadas em evidências científicas para a manutenção da continuidade do tratamento oncológico em diferentes tipos tumorais.</p>
<p>Não obstante, a análise do Grupo de Trabalho evidencia que <strong>os impactos assistenciais do desabastecimento não estão distribuídos de forma homogênea entre os diferentes cenários clínicos.</strong> Em alguns tumores com menor incidência, como os tumores torácicos, as alternativas terapêuticas são restritas. Em neoplasias de maior prevalência, como o câncer de mama, não há substituições equivalentes para determinados contextos clínicos. Nos tumores do sistema nervoso central, parte dos medicamentos necessários às estratégias alternativas estão indisponíveis no Brasil. E no caso dos sarcomas, especialmente na população pediátrica, não há alternativas com evidências consolidadas de equivalência terapêutica.</p>
<p><strong>Considerando este diagnóstico, o GT solicita à Secretaria de Atenção Especializada à Saúde que: </strong></p>
<ul>
<li>Assegure a disponibilidade dos medicamentos indicados como alternativas terapêuticas de forma equitativa;</li>
<li>Realize um acompanhamento sistemático dos impactos clínicos decorrentes das adaptações terapêuticas adotadas;</li>
<li>Aprimore o monitoramento de abastecimento em tempo real com mecanismos estruturados e integrados de nível nacional e o fortalecimento de iniciativas colaborativas que fortaleçam a visibilidade do cenário assistencial;</li>
<li>Aprimore os sistemas de gestão de riscos relacionados ao abastecimento de medicamentos oncológicos essenciais.</li>
</ul>
<p>Fazem parte do Grupo de Trabalho de Acesso ao Tratamento:</p>
<ul>
<li>Ana Valkiria Peixoto Machado;</li>
<li>Andrea Uchoa;</li>
<li>Eurico Alberto de Araujo Correia;</li>
<li>Gustavo Couto Rosa Lopes;</li>
<li>José Francisco Comenalli Marques Junior;</li>
<li>Rita Valle;</li>
<li>Sandra Batista Costa;</li>
<li>Thiago Andrade Brasileiro;</li>
<li>Wilson Follador</li>
</ul>
<p>A íntegra do ofício  pode ser verificada a seguir: <a href="https://tjcc.com.br/wp-content/uploads/2026/04/Oficio_19_2026_TJCC_GT_Acesso-ao-Tratamento.docx.pdf">Oficio_19_2026_TJCC_GT_Acesso ao Tratamento.docx</a></p>
<p><em>Área de Políticas Públicas e Advocacy do TJCC</em></p>
<p>The post <a href="https://tjcc.com.br/acontece-tjcc/posicionamentos/gt-de-acesso-ao-tratamento-do-tjcc-oficia-secretaria-de-atencao-especializada-a-saude-sobre-o-desabastecimento-de-ciclofosfamida/">GT de Acesso ao Tratamento do TJCC oficia Secretaria de Atenção Especializada à Saúde sobre o desabastecimento de Ciclofosfamida</a> appeared first on <a href="https://tjcc.com.br">TJCC</a>.</p>
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