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participantes na oficina de humanização do GT de Humanização do Movimento TJCC

Oficina recebe mais de 60 congressistas para discutir humanização em saúde no TJCC

Acesse o relatório completo e veja as soluções dos grupos – aqui

O segundo dia do 11° Congresso Todos Juntos Contra o Câncer, realizado em São Paulo, entre os dias 17, 18 e 19 de setembro de 2024, deu lugar a Oficina de Humanização nos Serviços de Saúde, promovida pelo Grupo de Trabalho (GT) de Humanização do Movimento TJCC. A atividade contou com a participação de mais de 60 congressistas, a fim de construir elementos prioritários para que a jornada dos pacientes, familiares, cuidadores e profissionais da saúde seja acolhedora, empática e centrada no ser humano. A iniciativa atenta para preconização da Política Nacional de Humanização e a Política Nacional de Prevenção e Controle do Câncer.

Quando pensarmos em uma jornada humanizada precisamos considerar que todos são protagonistas naquele ambiente e responsáveis pela melhoria da assistência e por um ambiente acolhedor, até mesmo o paciente traz consigo a responsabilidade do autocuidado” disse Katia Cilene, membro do GT.

A oficina consistiu em uma dinâmica interativa, onde os participantes foram divididos em cinco grupos, cada um com cerca de 13 membros. Cada grupo recebeu um caso elaborado com antecedência pelo GT, com a tarefa de identificar os pontos positivos e negativos, além de propor soluções consensuais para cada situação e reflexões. 

Soluções dos Grupos

Um dos casos, diziam respeito a um paciente que apesar de reclamar de dores e incômodos foi mal compreendido pelos profissionais de saúde. O grupo concluiu que a ausência de empatia por parte dos profissionais médicos e a falta de escuta com relação a queixa de dor e dificuldade de deglutição da paciente, culminou um desfecho que poderia ser evitado. No caso o paciente teve realizar uma traqueostomia.

Muitas vezes a humanização acaba sendo terceirizada, encontramos muitos profissionais terceirizando para outros profissionais, sempre para o voluntário, para os profissionais da recepção, ao assistente social ou psicólogo e não deve ser assim. A humanização é de todos, sejam eles profissionais voluntários ou profissionais dentro dos serviços de saúde, incluindo o médico”, declarou uma das participantes do grupo 2

 

Realização da oficina

  • Andréa Cristina Pavei Soares, Coordenadora dos Serviços de Saúde na Rede Feminina de Combate ao Câncer de Içara/SC e membro do Conselho de Administração da  FEMAMA.
  • Ana Maria Obranovich Rosa, Presidente do Instituto Amor Rosa e Conselheira do Instituto de Câncer Dr Arnaldo Vieira de Carvalho.
  • Katia Cilene Oliveira da Silva, Coordenadora do Centro de Humanização do Instituto Central do Hospital das Clínicas da FMUSP
  • Rosana Junqueira Morales, Consultora nas áreas de responsabilidade social, terceiro setor e desenvolvimento humano.
  • Silvia Maria Louzã Naccache, Empreendedora social e consultora na área de Voluntariado, Responsabilidade Social, Desenvolvimento Sustentável e Terceiro Setor e voluntária TJCC.
  • Vera Bonato, Coordenadora do Centro de Humanização do Instituto do Coração do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo

 

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